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A importância da visão do profissional no desenvolvimento da autonomia de pessoas com DI

Atualizado: 18 de abr. de 2024

Desde o nascimento, alguns profissionais irão fazer parte da vida da pessoa com deficiência para auxiliar no desenvolvimento e na qualidade de vida, em diferentes estágios e idades.

Para além de médicos temos:

  • Pedagogo;

  • Fonoaudiólogo;

  • Nutricionista;

  • Psicólogo;

  • Fisioterapeuta;

  • e terapeuta ocupacional;


A Psicologia pode auxiliar no desenvolvimento da pessoa com deficiência intelectual, tendo como objetivos, de curto, médio e longo prazo a aprendizagem de estratégias tanto por profissionais por familiares e pelas próprias pessoas com DI para a promoção do desenvolvimento. Assim, a intervenção pode ocorrer de várias maneiras.

Nosso ponto de vista é que exista um trabalho multiprofissional com especialistas que tenham planos e ações para ajudar a pessoa a ter uma vida ativa, com autonomia e o desenvolvimento das habilidades necessárias para desempenhar as atividades da vida diária, levando em conta as particularidades de cada indivíduo, assim como o ambiente em que vivem.

Os profissionais podem elaborar estratégias em torno de tarefas motoras e cognitivas, para estimularem a criança, criando condições favoráveis para várias formas de expressão e aprendizagem.

É preciso lembrar que cada família tem uma história de vida única, tem seus próprios hábitos e limites, portanto, é preciso que o profissional tenha a capacidade e sensibilidade para ouvir sobre os medos, dúvidas e demandas e saiba principalmente ressaltar o importante papel da família no desenvolvimento da autonomia na vida de seus filhos.

Os profissionais podem ajudar as famílias a procurar os recursos disponíveis na comunidade e também os locais onde possam buscar apoio.

Acreditamos também na eficiência de um trabalho com grupo de pais, onde os vínculos podem ser reforçados e muitas orientações e intervenções podem ser realizadas a partir de uma construção coletiva.

 

Dicas para profissionais:

  • Esclareça as dúvidas;

  • Procure conhecer profundamente a pessoa que vai atender;

  • Preocupe-se com sua realidade atual;

  • Entenda os sentimentos e limites da pessoa e das famílias

  • Procure por todo o suporte que precisar;

  • Informe-se por fontes confiáveis;

  • Pratique a inclusão você mesmo;


Uma técnica que buscamos utilizar, mas temos muito a aprender:

*A Linguagem Simples é uma técnica de comunicação que diminui ruídos, poupa recursos e amplia o acesso à informação.

 

Chama-se Plain Language, em inglês. Está ligada a um movimento global que defende o direito de todos entenderem as informações cotidianas.

 

Aqui no Brasil, a Linguagem Simples desperta interesse cada vez maior. Já existem várias leis e políticas públicas.

A Comunica Simples tem tido um papel crucial na expansão da técnica no país. A fundadora Heloísa Fischer é a principal referência nacional.

 

Fontes:

Periódicos Eletrônicos em Psicologia http://pepsic.bvsalud.org

 

Indicação para leitura:

 Mude seu falar que eu mudo meu ouvir

(um livro escrito por pessoas com deficiência intelectual)

Autores:  Associação Carpe Diem, Carolina Yuki Fijihira, Ana Beatriz Pierre Paiva, Beatriz Ananias Giordano, Carolina de Vecchio Maia, Carolina Reis Costa Golebski, Claudio Aleoni Arruda, Thiago Rodrigues.

 

 
 
 

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